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    Os Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs), que são considerados Parlamentos das Águas, têm como objetivo a gestão participativa e descentralizada dos recursos hídricos por meio da implementação dos instrumentos técnicos de gestão, da negociação de conflitos e da promoção dos usos múltiplos da água na bacia hidrográfica. Os comitês devem integrar as ações de todos os governos, seja no âmbito dos municípios, dos estados ou da União, promover a conservação e a recuperação dos corpos d'água e garantir a utilização racional e sustentável dos recursos hídricos. Existem comitês de bacias estaduais, interestaduais e comitês únicos (quando tanto as bacias estaduais e interestaduais apresentam uma única instância deliberativa).

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    Os estudos foram motivado por resultados advindos dos trabalhos do Plano de Recursos Hídricos da RH-Paraguai, principalmente por tratar de conflitos entre setores usuários da bacia (sustentabilidade da pesca e do turismo frente à expansão da geração de energia hidrelétrica na bacia).

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    A Base de Bacias Hidrográficas do Brasil em escala 1:250.000 - BHB250 apresenta 5.353 bacias hidrográficas com mais de 100 km² que intersectam o território brasileiro. Elaborada pela parceria entre o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE e a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico - ANA, a BHB250 tem como insumo a Base Hidrográfica Ottocodificada (BHO250) da ANA, utilizando os mesmos códigos (codificação de Pfafstetter), além de dados dessa e outras versões da BHO e da Base Cartográfica Contínua em escala 1:250.000 do IBGE - BC250, bem como outros insumos. É dividida em 5 níveis hierárquicos equivalentes aos níveis da BHO, do segundo ao sexto níveis.

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    A base da Divisão Hidrográfica Nacional em escala 1:250.000 (DHN250) foi produzida pela parceria entre o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE e a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico - ANA e apresenta 3 camadas que abrangem todo o território brasileiro, cada uma delas referente a um nível: Macrorregiões Hidrográficas, Mesorregiões Hidrográficas e Microrregiões Hidrográficas, tendo sido produzida a partir da Base Hidrográfica Ottocodificada em escala 1:250.000 (BHO250) da ANA.

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    A Base Hidrográfica Ottocodificada (BHO) utilizada pela ANA na gestão de recursos hídricos é obtida a partir do Mapeamento Sistemático Brasileiro. A BHO é gerada a partir da cartografia digital da hidrografia do país e organizada de modo a gerar informações hidrologicamente consistentes. Para tanto, a BHO representa a rede hidrográfica em trechos entre os pontos de confluência dos cursos d'água de forma unifilar. Cada trecho é associado a uma superfície de drenagem denominada ottobacia, à qual é atribuída a codificação de bacias de Otto Pfafstetter. Uma característica essencial dessa representação é ser topologicamente consistente, isto é, representar corretamente o fluxo hidrológico dos rios, por meio de trechos conectados e com sentido de fluxo.

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    Apresenta as bases de dados e a síntese do método aplicado para a elaboração do mapa de capacidade de água disponível (available water capacity, AWC) para solos brasileiros, realizado pela ANA e pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), como uma das atividades do Atlas Irrigação: Uso da Água na Agricultura Irrigada. A umidade retida pelo solo é utilizada como critério no dimensionamento de projetos de irrigação e em aplicações diversas nas áreas da agronomia e hidrologia, que incluem estudos de: balanço hídrico, disponibilidade de água às plantas, infiltração, condições de drenagem, condutividade hidráulica, estresse hídrico e movimento de solutos no solo.

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    O Atlas Águas foi elaborado pela ANA, com informações dos prestadores de serviço de abastecimento de água e parceiros institucionais, para atualizar e aprimorar o Atlas Brasil: abastecimento urbano de água, lançado em 2011. O Atlas 2021 incorpora conceitos e ferramentas do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), avançando no conceito de segurança hídrica para a dimensão específica do abastecimento de água nas cidades brasileiras. O Atlas Águas parte da avaliação de todos os mananciais e sistemas de abastecimento urbano de água e indica soluções para as demandas atuais e futuras para as 5.570 sedes urbanas, considerando o horizonte de 2035. Apresenta os investimentos necessários para o atendimento de 100% da população urbana do país, tanto para o componente de produção de água, que abrange desde a captação ao tratamento, como para o de distribuição de água. Acesse a página do Atlas Águas (http://atlas.ana.gov.br) e os recursos online abaixo para mais informações.

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    O Atlas Irrigação: Uso da Água na Agricultura Irrigada apresenta apresenta uma retrospectiva, um panorama atual e uma visão de futuro sobre a agricultura irrigada brasileira, com foco no levantamento de áreas irrigadas, no potencial de expansão e no uso da água associado. Nessa segunda edição, o Atlas teve o seu escopo atualizado e ampliado em relação à versão original publicada em 2017. Essa base técnica visa subsidiar as tomadas de decisão com vistas à segurança hídrica da a e à garantia dos usos múltiplos da água.

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    Um uso é considerado consuntivo quando a água é retirada e consumida, parcial ou totalmente, no processo a que se destina, não retornando diretamente ao corpo d'água. O consumo pode ocorrer por evaporação, transpiração, incorporação em produtos, consumo por seres vivos, dentre outras formas. No desenvolvimento desse estudo, foram analisados os métodos e as bases de dados utilizadas em estudos anteriores, incorporando os procedimentos considerados relevantes e propondo novos avanços consequentes da disponibilidade de novas bases de dados e de avanços tecnológicos para o processamento de informações. O Manual de Usos Consuntivos da Água é a referência metodológica e detalha os caminhos percorridos para elaboração das estimativas. Os setores avaliados foram o abastecimento humano (urbano e rural), o abastecimento animal, a indústria de transformação, a mineração, a termoeletricidade e a agricultura irrigada, além da evaporação líquida de reservatórios (uso múltiplo). Os estudos sobre evaporação foram posteriormente desenvolvidos em uma nova publicação, disponível nos recursos abaixo. Os dados foram atualizados em julho de 2022, com estimativas de 1931 a 2021 (diagnóstico) e projeções até 2040 (prognóstico). As estimativas foram realizadas inicialmente de 1931 a 2017 (diagnóstico) e projeções até 2030 (prognóstico).