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    This dataset is the definitive set of locality boundaries for the state of Victoria as defined by Local Government and registered by the Registrar of Geographic Names. The boundaries are aligned to Vicmap Property. This dataset is part of the Vicmap Admin dataset series.

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    Major hydrological basins and their sub-basins. This dataset divides the African continent according to its hydrological characteristics. The dataset consists of the following information:- numerical code and name of the major basin (MAJ_BAS and MAJ_NAME); - area of the major basin in square km (MAJ_AREA); - numerical code and name of the sub-basin (SUB_BAS and SUB_NAME); - area of the sub-basin in square km (SUB_AREA); - numerical code of the sub-basin towards which the sub-basin flows (TO_SUBBAS) (the codes -888 and -999 have been assigned respectively to internal sub-basins and to sub-basins draining into the sea)

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    Physiographic maps for the CIS and Baltic States (CIS_BS), Mongolia, China and Taiwan Province of China. Between the three regions (China, Mongolia, and CIS_BS countries) DCW boundaries were introduced. There are no DCW boundaries between Russian Federation and the rest of the new countries of the CIS_BS. The original physiographic map of China includes the Chinese border between India and China, which extends beyond the Indian border line, and the South China Sea islands (no physiographic information is present for islands in the South China Sea). The use of these country boundaries does not imply the expression of any opinion whatsoever on the part of FAO concerning the legal or constitutional states of any country, territory, or sea area, or concerning delimitation of frontiers. The Maps visualize the items LANDF, HYPSO, SLOPE that correspond to Landform, Hypsometry and Slope.

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    A Agência Nacional de Águas, com o objetivo de conhecer e divulgar os dados sobre o volume de água disponível nos açudes por ela gerenciados no Semiárido, realizou trabalhos de batimetria de maneira a gerar planilhas atualizadas com as Curvas Cota x Área x Volume de tais açudes. Aqui podem ser baixados os dados geográficos no formato geodatabase (contendo áreas de drenagem, polígono do barramento, limites do reservatório, pontos cotados utilizados no processamento, curvas de nível e os modelos digitais de elevação do reservatório - tanto no sistema de cotas local como no SGB), Relatório Final do Levantamento Batimétrico e Planilhas com Curvas Cota x Área x Volume Atualizadas (tanto no sistema de cotas local como no SGB) de cada um dos açudes analisados.

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    A Resolução Conjunta ANA/ANEEL nº 03/2010 estabelece que as Usinas Hidrelétricas despachadas centralizadamente pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) ao completar 10 anos em operação comercial, devem realizar a avaliação do assoreamento dos seus reservatórios com a atualização das tabelas Cota x Área x Volume (CAV). A seguir estão disponíveis todos os dados das Usinas Hidrelétricas cujos Relatórios foram analisados pela ANA e considerados coerentes, com os seguintes arquivos: - Dados Geográficos no formato geodatabase (limites do reservatório, seções de controle, curvas de nível e o modelo digital de elevação do reservatório); - Relatório Final do Levantamento Batimétrico; - Planilha com as Tabelas Cota x Área x Volume Atualizadas. No link https://link.ana.gov.br/snirhbatimetria encontram-se os mapas das Usinas para visualização.

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    O Plano Integrado de Recursos Hídricos da Unidade de Gestão de Recursos Hídricos Paranapanema - PIRH Paranapanema foi desenvolvido a partir de um robusto arranjo institucional que envolveu a ANA e os órgãos gestores estaduais: DAEE e ÁGUASPARANÁ, o CBH-PARANAPANEMA, com os seis comitês das unidades de gestão estaduais, CBHs afluentes: CBH do Norte Pioneiro, CBH do Alto Paranapanema, CBH do Piraponema, CBH do Médio Paranapanema, CBH do Rio Tibagi, CBH do Pontal do Paranapanema. Todo esse esforço institucional foi necessário para consolidar a visão integradora que norteou a elaboração do PIRH Paranapanema.

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    A Base Hidrográfica Ottocodificada (BHO) utilizada pela ANA na gestão de recursos hídricos é obtida a partir do Mapeamento Sistemático Brasileiro. A BHO é gerada a partir da cartografia digital da hidrografia do país e organizada de modo a gerar informações hidrologicamente consistentes. Para tanto, a BHO representa a rede hidrográfica em trechos entre os pontos de confluência dos cursos d'água de forma unifilar. Cada trecho é associado a uma superfície de drenagem denominada ottobacia, à qual é atribuída a codificação de bacias de Otto Pfafstetter. Uma característica essencial dessa representação é ser topologicamente consistente, isto é, representar corretamente o fluxo hidrológico dos rios, por meio de trechos conectados e com sentido de fluxo.

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    Localização das principais hidrovias, terminais e complexos portuários. Fonte: Geoportal da INFRA S.A, serviço do Observatório Nacional de Transporte e Logística (ONTL). https://geo.epl.gov.br/portal/apps/sites/#/geo-ontl

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    O balanço hídrico é de fundamental importância para o diagnóstico das bacias brasileiras e é realizado por trecho de rio e por microbacia. O balanço hídrico qualitativo considera a capacidade de assimilação das cargas orgânicas domésticas pelos corpos d´água. Para isso, leva-se em conta a carga de esgoto doméstico gerada, considerando a população urbana de cada município (no estudo foi considerado o Censo Demográfico do IBGE de 2008), e desse valor são subtraídos os volumes tratados de esgoto doméstico, segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento - SNIS, complementados com informações do Plano Nacional de Saneamento Básico - PNSB (IBGE, 2008). Quanto à carga orgânica assimilável pelos corpos d'água, a estimativa foi feita considerando-se que todos os rios estivessem enquadrados na classe 2, segundo a Resolução CONAMA nº 357/2005, que determina como limite máximo de DBO (5,20) o valor de 5 mg/l. Para o cálculo do indicador do balanço hídrico qualitativo, multiplicou-se a vazão disponível pelo valor de 5 mg/l e transformou-se os dados para toneladas de DBO (5,20)/dia. O decaimento da carga orgânica no trecho a jusante do lançamento foi estimado como exponencial. Valores superiores a um indicam que a carga orgânica lançada é superior à carga assimilável. Valores inferiores a um indicam que a carga orgânica lançada é inferior à carga assimilável. Desse modo, tem-se uma escala de valores que corresponde à seguinte relação: 0-0,5 (ótima), 0,5-1,0 (boa), 1,0-5,0 (razoável), 5,0-20,0 (ruim) e >20 (péssima).

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    Os resultados do estudo do Atlas do Abastecimento Urbano (2010), juntamente com as informações consolidadas pela Operação Seca (2013), possibilitaram um mapeamento dos mananciais e da infraestrutura hídrica para os municípios da bacia As sedes municipais foram classificadas da seguinte maneira: - Baixa garantia hídrica: sedes em que o estudo do Atlas identificou a necessidade de um novo manancial, ou sede em que o abastecimento encontra-se em racionamento, colapso ou alerta, no ano de 2013; - Ampliação do sistema produtor: sedes que não apresentam problema no abastecimento de água, e que o estudo do Atlas apontou a necessidade de ampliação de unidades do sistema produtor; - Abastecimento satisfatório: sedes que não apresentam criticidade no seu abastecimento e qualificadas como satisfatórias pelo trabalho do Atlas Brasil, ou seja, quando nem o manancial nem a infraestrutura hídrica existente apresentavam obstáculos ao atendimento das demandas de água atual e futura.